Ler o código existente, não criar um sistema de etiquetas

A câmara abre o produto associado ao código e reduz a procura manual pelo nome

Guarde na ficha do produto o código que já existe na embalagem. Quando o enquadra, o Salelog utiliza esse valor para identificar o artigo.

A leitura ajuda na procura e nos fluxos móveis suportados, mas não cria EAN, SKU ou QR e não desenha etiquetas.

Experimente embalagens reais com a luz e a câmara utilizadas no dia a dia.

  1. Associa um código já existente ao produto.

  2. Utiliza a câmara como leitor móvel.

  3. Evita pesquisas demoradas quando o catálogo cresce.

O código é uma chave, não a ficha completa

O valor ajuda a encontrar o registo; nome, unidade, preço, categoria e armazém continuam a ser dados separados. Primeiro confirme que cada código aponta para o produto certo.

A condição física influencia a leitura

Superfícies curvas, reflexos e impressão desgastada podem impedir a câmara de reconhecer o padrão. O processo deve permitir pesquisar manualmente quando necessário.

Não transforme leitura em promessa de etiquetagem

Criar códigos, escolher normas, compor folhas e gerir uma impressora são tarefas distintas. O Salelog usa o código existente e não é apresentado como software de etiquetas.

Salelog

Utilizar códigos sem confundir funcionalidades

Posso ler o código impresso pelo fabricante?

Sim, se esse valor estiver associado ao artigo no Salelog e puder ser lido pela câmara. Teste as embalagens reais para validar a utilização.

A aplicação cria códigos para os meus produtos?

Não. A geração, atribuição e impressão de códigos ou etiquetas não fazem parte da funcionalidade verificada.

Substitui um leitor profissional?

A leitura depende da câmara, luz, focagem, tamanho, superfície e qualidade da impressão. Deve existir uma alternativa de pesquisa manual.

Teste dez embalagens reais

Associe os códigos, leia-os no local e confirme que cada um abre sempre o artigo correto.